A Febraban Tech 2026 acabou de quebrar recordes: 70 mil pessoas passaram pelo Anhembi ao longo de 3 dias de evento. A mensagem central que resume essa edição foi categórica: "Agentes Inteligentes, liderança humana".
Se você ainda acha que transformação digital se resume a colocar um chatbot simples no site, você perdeu o bonde. O recado dos bancos — que vão investir R$ 50,4 bilhões em tecnologia só em 2026, sendo R$ 3 bilhões exclusivamente em Inteligência Artificial — é outro.
Não estamos mais falando de uma IA que apenas responde perguntas. Estamos falando de uma IA que AGE.
Aqui estão os 3 grandes aprendizados que resumem o evento:
1. O fim dos assistentes e o começo dos Agentes
O termo mais ouvido nos 220 painéis foi Agentic AI (IA Agêntica).
Antes, a IA gerava um texto ou relatório. Agora, o agente consulta o seu ERP, entra no CRM, executa uma etapa do processo, pede aprovação humana e finaliza a tarefa sozinho. Na Febraban Tech, a Thales demonstrou o Agentic Commerce: seu agente de IA realiza a compra, paga via Payment Passkey e resolve eventuais chargebacks sem intervenção manual.
  • A pergunta para a sua empresa é: Quantos processos internos ainda dependem de alguém copiando e colando informações de um sistema para o outro? É exatamente aí que o agente entra.
2. A conta chegou: Integração, Segurança e ROI
De acordo com a CBYK, que sintetizou as discussões do evento, a era da mera "experimentação" acabou. Agora, a diretoria faz perguntas diretas: Onde isso gera valor? Como se integra aos nossos sistemas? Qual é o risco envolvido? A nossa infraestrutura aguenta?
Embora 92% dos bancos já apontem o ganho de velocidade em tarefas rotineiras como o principal benefício da IA, o debate mais quente girou em torno da Identidade Digital e da guerra invisível da cibersegurança.
Não adianta ter agentes autônomos operando se você não possui governança de acesso e trilhas de auditoria claras. Transformação digital sem segurança é apenas um vazamento de dados mais rápido.
3. O impacto para empresas fora do setor financeiro
O setor financeiro funciona como um termômetro de mercado. O que acontece lá costuma virar padrão nas demais indústrias em até 12 meses.
Se antes a pauta era o Open Finance, a realidade atual caminha para o Open Everything: dados totalmente integrados, operações em tempo real e hiper-personalização. Empresas que ainda discutem se devem ou não usar IA vão competir diretamente com negócios que já têm múltiplos agentes rodando no financeiro, no atendimento e no comercial.
E agora, o que fazer com tudo isso?
É aqui que muitas empresas travam. Os líderes assistem aos palcos da Febraban Tech, se empolgam com o potencial dos agentes inteligentes, mas voltam para o escritório sem saber por onde começar.
A verdadeira transformação digital não começa com a compra de uma ferramenta nova. Ela começa com o mapeamento estratégico de onde a autonomia gera caixa e de onde a liderança humana precisa ser mantida.
É exatamente isso o que fazemos.
Na Turning Point, ajudamos a sua empresa a sair do "PowerPoint da inovação" para aplicar as prioridades apontadas na Febraban Tech:
  • Diagnóstico de Processos: Identificação de gargalos com potencial para Agentes de IA.
  • Plano de Integração: Conexão ágil, sem a necessidade de trocar todo o seu ERP atual.
  • Governança e ROI: Segurança de dados e retorno financeiro desenhados desde o primeiro dia.
Não entregamos relatórios teóricos de 100 páginas. Colocamos um piloto rodando em até 30 dias com economia mensurável de horas de trabalho.
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Entre em contato conosco e vamos desenhar o seu primeiro agente.